Sobre
O nome é Pauline, ou Haunted, ou Innis. Não importa, de fato. Vinte anos de vida, e mentalidade de quinze. Estudante de psicologia, viciada em Coca-cola, carente de cafeína e autista por opção. É escorpiana e tem um amigo imaginário de Touro, e esta seria uma mistura cruel se ela não tivesse ascendente em Câncer... *rola os olhos* Por algum motivo obscuro, seus dedos vivem tingidos de grafite e tinta de caneta azul. Ouve músicas bizarras e que quase ninguém gosta, e passa a maior parte do tempo divagando em pensamentos bizarros, cabelos loiros e olhos azuis. Sonha em um dia escrever um livro e enriquecer tanto a ponto de passar o resto de sua curta vida sem fazer nada além de mimar seu futuro filho, um menininho chamado Thomas, loiro e fofo, com olhos azuis e All Star nos pés...

Obrigada Nanda por me mandar a imagem do layout! *abraça a maninha pra sempre*

Posts
Antes
Agora

Visite também
nanda juh lost sucrilhos andarilho anônimo mirla desassistidas ghelm jeeh tathiana guigo king assuero anormalice lizzie malu

Coisas e afins



Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com



5.20.2008


*Haunted ressurgindo das cinzas em meio a fumaça branca e purpurina*
Pois eh... Essa post eu escrevi na semana passada, mais precisamente na segunda-feira, dia 12/05/2008. Como eu não tenho nada melhor pra postar ela ficou legalzinha, estou postando...
Vamos lá então...


Série: Devaneios
(broken)


[Ouvindo: The Tide And Its Takers - 36 CrazyFists]

Eu quebrei meus óculos quinta-feira. Desde então, o mundo está completamente obscuro.
As coisas não parecem ser o que eram antes.
Tudo está meio distorcido, cores girando em um redemoinho, borrões disformes falando, gesticulando, agindo.
Linhas azuis em um caderno formam desenhos que eu não vejo, palavras que eu não entendo, observações que nada observam além de rabiscos. Rabiscos em tinta azul. Rabiscos sujos em todos os tons de azul. E Tom; apenas um rabisco. Um rabisco azul sujo e borrado. Distorcido. Desbotado.
Se eu esticar meus braços, não vejo as linhas de minhas mãos. E eu regresso no tempo; nada de identificação nas pontas dos dedos, nada de traços que revelem os invernos assistidos, nada dos nós largos de estralar as juntas, nem as marcas do esmalte escuro sujando os cantos dos dedos e as cutículas mal feitas; nada da típica forma torta das unhas meio comidas, nada das cicatrizes da paixão por gatos, nada do trauma de um dedo partido.
Não.
O dedo partido continua lá, a unha pela metade lembrando que ferimentos acontecem e não se pode evita-los. O dedo partido continua lá, encarando, questionando, duvidando. Dedos partidos nunca se vão.
Mas é tudo um borrão, uma mancha desfigurada surgindo do meio das mangas longas do meu moletom velho. Um borrão de pele e esmalte escuro, cicatrizes, pintas, linhas e marcas; é só aproximar as mãos do nariz. As formas continuam ali. Nada mudou.
Nada muda. Só é preciso trocar as lentes.
...
E isto tudo são apenas metáforas, é claro.


por Haunted-girl
10:41 PM

pessoas caridosas aqui

____________________