Não, a menina que escreve neste blog (ainda) não enlouqueceu. A tal da Pauline decidiu deixar o layout mais bonitinho. Sim, foi ela quem fez; sim, foi ela quem desenhou. Não, ela não vai contar a história. Simples assim. Agora, vejamos... Ela é uma criatura pacífica, embora não pareça, com 19 anos de vida, rumando rápido demais para os 20. Estudante de psicologia, escritora nas horas vagas e não-vagas, sonhadora e desenhista de borda de folha. Gosta de escrever, mas nunca acredita que o que faz está realmente bom (suas freqüentes auto-críticas não são apelação...). É viciada em chocolate, Coca-cola, devaneios antes de dormir, cabelos loiros e olhos claros.
Monossosilábica, tímida e desconfiada; cínica, ciumenta e possessiva; romântica incurável, com tendências sádicas e homicidas, podendo ser um perigo para personagens feitos de letras e tinta.
Sonha em um dia ser rica o bastante para viver o restante de sua vida apenas escrevendo e devaneando. Também sonha em ter um filho albino...

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10.31.2007




(sem título)
short-post


[Ouvindo: o eco distante de "Parabéns a você"...]

Relendo a post anterior, vejo que tenho que arrumar um ponto.

Vinte anos e um dia: crise de apendicite. Primeira cirurgia. E não, não foi um bom começo de ano... ¬¬

Eu faço uma post decente sobre isso em breve. E já respondo aos comentários também. Eu vou dormir!!!!

por Haunted-girl
10:57 PM

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10.28.2007




Retrospectiva dos 20


[Ouvindo: "Las Mañanitas", que minha tia que mora no México fez o "favor" de me mandar por orkut...]

1987: eu nasci.
1 ano: eu tinha todas as atenções da família para mim; não havia nascido nenhum outro neto ou sobrinho para os avós e tios bajularem...
2 anos: minha hegemonia acaba com o nascimento da minha irmã (detalhe: ela nasceu dois dias depois de mim)
Quase 3 anos: eu me mudei para Rio "Hell" Claro.
Mais ou menos seis anos: fiz o Pré III duas vezes para igualar minha idade a das outras crianças.
Sete anos: eu entrei para a escola; já sabia ler e escrever melhor que muitas crianças da minha idade, e melhor até do que algumas de oito, nove...
Dez anos: ganhei o meu cachorro, Pluto, para ver se melhorava meu pânico de cachorros...
Dez anos e meio: não só meu medo passou, como agora adotei uma cachorra, Rose, e um gato, Mingau...
Onze anos: eu me mudei para a escola que freqüentaria pelos próximos sete anos, e conheci algumas de minhas melhores amigas.
Doze anos: ano perdido.
Treze anos: época da inspiração da post de baixo.
Treze anos e meio: eu li "O Prisioneiro de Azkaban". (sim, esse é um marco na minha vida...)
Catorze anos: eu me iniciei no Reiki (tenho oficialmente o Nível 1), e comecei meus estudos de magia.
Quinze anos: festa de debutante que fica pra história!
Quinze anos e um pouquinho: criação de "minhas letras isoladas" (vide desenho acima)
Quinze anos e meio: criação do CamaDGato
Dezesseis anos: conheci minha irmã-gêmea virtual, Nanda, meu amigo Sucrilhos, e mais um bocado de gente virtual que virá a ser muito importante para mim no futuro.
Dezessete anos: primeiro beijo e primeiro namorado (sim, eu não sou adiantadinha...)
Dezessete anos e meio: seis meses tomando anti-depressivos...
Dezoito anos: primeiro vestibular, e início deste trauma.
Dezoito anos e poucos meses: "nascimento" do K como vocês o conhecem no blog...
(-Isso é que é um marco na sua vida!
-Aham. Claro que é.
"Melhor não contrariar... Vai saber...")
Quase dezenove anos: estréia como ficwriter, para driblar o ano perdido fazendo cursinho...
Dezenove anos: vou pra Assis, cursar Psicologia.
Vinte anos: estou aqui, escrevendo... Se será bom ou não, só o tempo e os Deuses dirão. Quem sabe? Tudo indica que coisas boas acontecerão daqui pra frente. Vamos ver...

Post sem sentido, apenas para constar alguma coisa.
Até parece que eu ia deixar meu aniversário passar em branco!...
Parabéns pra mim!!!!


por Haunted-girl
8:16 PM

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10.14.2007




Atenção: esta post contém devaneios explícitos e conteúdo bizarro. Não recomendado a gente com estômago fraco.

Série Devaneios
(Sissi)


[Vendo: maratona de Heroes!!!]

A proximidade de meu aniversário sempre traz algumas lembranças estranhas. E, ultimamente, uma delas se tornou realmente forte.
Minha mãe tem meio que adoração por alguns filmes antigos. Ela gostava de alugar fitas de filmes, alguns em preto e branco, para apresentá-los a mim e minha irmã. (eu, ainda hoje, amo de paixão "Sete Noivas para Sete Irmãos"...)
Essa história faz agora sete anos.
O filme? Sissi. Sobre o que fala? Eu não sei. Imagino que seja uma história romântica tipo Júlia ou Sabrina, envolvendo uma mocinha pobre, um mocinho rico, e uma vilã megera que quer separar os dois. Talvez, não tenho certeza. Por quê? Esse é o ponto.
Eu não parava para assistir o filme. Lembro bem; era em um dos últimos dias de julho e, conseqüentemente, também meus últimos dias de férias. Se não me engano, chovia. (Pra variar... Mas minha ligação com a chuva não é o assunto dessa post.) Minha mãe, toda animada, passava o vídeo na televisão. E eu tentava assistir, sem sucesso.
Ah, eu estava mal. Todas as minhas entranhas doíam; mas todas mesmo. Quem nunca sentiu a dor, não sabe como é. Descrever é difícil; uma dor gelada, vem desde o estômago e só pára nas pernas, bloqueia a garganta e traz uma irritação sem tamanho. Não há como confundir. É algo único, terrível e inexplicável.
Os biólogos dizem que isto acontece quando seu corpo está pronto. Pronto. Uma ironia terrível. Ninguém está pronto pra isso. Não há como estar pronta pra isso.
Em termos simples, é o fim. O fim de um ciclo, eu quero dizer. E, como todo fim, desesperador.
Toda a minha infância ia literalmente privada abaixo em gotas vermelhas. Meio desesperador. Mas também trouxe um certo alívio.
Eu não sei quanto às outras pessoas, mas eu sempre tive uma sensação engraçada de que estava sempre pra trás, sempre distante alguns passos dos outros. E, naquela idade, as coisas sempre parecem mais terríveis do que realmente são. Então, lá estava eu, vendo acontecer isso com todas as outras garotas, e me sentindo a mais infantil de todas elas. Não que eu não fosse; não que eu ainda não seja. Mas relevem, era a puberdade...
Depois disso, um bocado de coisas mudaram. Minha visão das coisas, especialmente.
Isso não é importante, afinal. Só um monte de lembranças.

por Haunted-girl
10:26 PM

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10.6.2007




CamaDGato do Brasil Ltda.


[Vendo: Megaconstruções (domingo à tarde é uma tristeza só...]

O King me indicou para (mais uma) corrente de blog... O que é bom, já que vamos tirar do campo de visão aquela (terrível) post sobre as piadinhas sem graça!
Certo.
Fazendo alusão à minha prova de Fisiologia (você lembra dessa prova, Nanda?), vamos às bulas de remédio!...

Haunted-girl

Composição:
O medicamento é composto por 35% de devaneios quase sólidos; 22% cafeína; 11% tédio; preguiça e criatividade em quantidades iguais de 5%; e 20% tinta de caneta azul. O restante se resume a quantidades quase insignificantes de depressão, filosofia de banheiro, sadismo, obsessão e músicas que ninguém gosta.

Formas Farmacêuticas e Apresentações:
Haunted-girl é apresentado na forma de balas de uso oral em embalagens de 10 a 15 balas de 20 mg, ou em xaropes de 600ml ou um litro, nos sabores coca-cola ou chocolate.

Indicações:
É indicado para casos de insanidade momentânea e falta do que fazer, e para pessoas com distúrbios de (mau) humor, associados ou não ao desejo de que tudo se exploda ou derivados. Também é indicado para casos de falta de força de vontade, irritabilidade, alucinações e insônia. O medicamento também demonstrou melhoras consideráveis em casos de solidão e carência afetiva em homens.

Dosagem:
Para todos os casos, recomenda-se a ingestão oral de uma ou mais balas quando surgirem os sintomas, ou sempre que achar necessário. O xarope deve ser saboreado sem moderação.

Contra-indicações:
O medicamento não é recomendado para pacientes com mau-humor excessivo, depressão aguda e desejos suicidas, podendo levar a um agravamento desses sintomas. Também não é indicado para menores de 18 anos, homens sem cérebro e mulheres de maneira geral.

Efeitos colaterais:
O uso desse medicamento causa dores de cabeça e caretas de estranheza. Em casos extremos, pode gerar horas de conversas sem sentido e crises de riso incontrolável. A ingestão juntamente com bebidas alcoólicas causa aumento de insanidade, de asneiras faladas e vermelhidão no rosto. Em superdosagem, o medicamento pode apresentar metros de páginas escritas e telefones sem bateria.

Quem quiser fazer essa corrente, fique à vontade!
(falta de ter gente o bastante para indicar, é triste...)

por Haunted-girl
4:21 PM

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Série: "A Cidade de Três 'S'"
(o inexplicável)


[Ouvindo: The poet and the Pendulum - Nightwish]

Tem uma aura bem estranha na "Cidade de Três 'S'". Não digo uma aura de estranheza maléfica, aquela que paira sobre um grupo de amigos que não querem se falar, ou não se reconhecem mais. Não; a aura estranha de que falo é do tipo que parece uma névoa, como as brumas que levam um desavisado ao reino perdido de Avalon, separando o mundo daquela mais-que-bizarra cidade onde tudo é extremo.
Talvez seja porque ninguém ali realmente se conhece. Talvez... Mas eu já conheci um lado tenebroso e assustador dos "habitantes" da universidade de Assis.
Quando o assunto acaba e o silêncio reina, eles têm a tendência de dizer qualquer coisa. E, em quase todas as ocasiões, "qualquer coisa" se resume a piadas. Não, não piadas boas e educativas. Piadas... Bem, piadas. E algumas são boas demais para deixá-las perdidas no inconsciente dos que as ouviram...

>>*o narrador faz voz de mistério*
O que uma bolacha água e sal era antes de ser uma bolacha de água e sal?
*pausa para o ouvinte dizer que não sabe a resposta. O narrador abre um sorriso gigante.*
Uma boacha ácido-base!
...

>>*o narrador força uma voz de criancinha inocente*
-Mãe, por que todo mundo da nossa família morre cedo?
-...
-Mãe?... Mãe?...
-Ah! Era brincadeira, filho!... Filho?...
...

E, a clássica.
>>*narrador com voz de quem conta uma história, fazendo todas as entonações e expressões possíveis*
Dois pãos de queijo estão no forno. Então, um vira para o outro e diz:
-Nossa, tá quente aqui, né?
O outro, assustado, exclama:
-Caracas! Um pão de queijo que fala!...
...

Eu sei, eu sei. Só não se engasguem de tanto rir.
...
Só faltou o sonzinho de bateria...
Tchurum, pissssh!!!
...

por Haunted-girl
2:37 PM

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