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Pauline

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Adoradora de Linkin Park, viciada em Coca-cola, seguidora de Tolkien, fã incondicional do Mike Shinoda, apaixonada pelo Draco Malfoy (e ainda mais agora, no sexto livro...), perseguida pelo Fantasma da Ópera, e atualmente também pelo Vestibular...

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[Sábado, Janeiro 28, 2006]

Futura ex-Haunted-girl
(preciso de ajuda)


Eu preciso de um nick novo. Aceito sugestões.

Essa post é desconsiderável. As duas abaixo tambpem. Portanto, aconselho a ler a minha saga das férias, enquanto não penso em algo melhor pra escrever.

Às 10:56 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
Por favor, doe um comentário aqui

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[Sexta-feira, Janeiro 27, 2006]

Haunted-girl: aquela que é controlada por seus gatos...


Eu tenho oito gatos. Dois reais. Três me controlam.
Um deles é fofo, amarelo de barriga branca, olhos cor de mel. Gosta de pegar passarinhos, dormir e receber uns afagos de vez em quando. Ele me manda abrir a porta quando quer entrar, pois ainda não consegue subir nas janelas, é muito pequeno. Me manda servir ração quando está com fome.
O outro, preto de olhos amarelo-esverdeados, castrado (pobrezinho), tem uma carência assutadora de vez em quando, e agora nos obriga a vê-lo comer, como fazia o outro (que desapareceu há um ano). Quando quer alguma coisa, não hesita em pedir.
O terceiro, existe em minha cabeça, apenas. Não tem forma necessariamente. Apenas está lá... E conversa comigo... E às vezes, eu respondo... Ele me acompanha, e me faz companhia quando me sinto ou estou sozinha... Não é realmente um gato, mas gosto de expôr assim. Meu gatinho. Acho que tem formas humanas. Às vezes consigo vê-lo, embora saiba que ele seja fruto da minha cabeça insana...
Loucura? Talvez...
Mas pelo menos achei algo mais interessante pra postar. Desconsiderem a post de baixo.

Às 10:02 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
Por favor, doe um comentário aqui

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...


Não tenho nada a declarar.

Aliás, tenho sim: 1) AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!

2) Tô sendo comida viva por pernilongos.

3) Acabei todas as provas que tinha pra fazer.

4) Tô dormindo até meio-dia todos os dias...

5) Não tô entendendo mais nada o que tá acontecendo nos meus coments, nem no meu blog...

6) Que houve ontem com o Blogger? Aqui, pelo menos, ele saiu do ar... Não entendi nada...

7) Finalmente, percebi que não sou a única louca da Terra: tem gente pior que eu por aí...

8) Agora sim, não tenho mais nada a dizer.

Às 9:35 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
Por favor, doe um comentário aqui

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[Sábado, Janeiro 21, 2006]

Haunted-girl e o enigma dos japas


Haunted-girl acordou com um sobressalto certa manhã. Arregalou os olhos para ver quem a acordara, e encontrou Avó parada na porta do quarto. Ouviu apenas algumas palavras do que ela dissera, pois o sono tapara momentaneamente seus ouvidos.
-Se arruma aí, que sua tia já tá vindo.
Isto lhe dava uma hora, de acordo com seu senso de horário. No entanto, estava ainda tomando banho quando Tia II chegou gritando, esbaforida, para se apressarem, enquanto ela mesma não fazia o menor esforço para sair depressa.
Somente meia hora depois de sair do banho, Haunted-girl, Irmã e Tia II saíram. Iam comprar algumas roupas com o dinheiro ganho de Tia I no Natal. Andaram alguns quarteirões até o ponto de ônibus, onde um malcuidado veículo havia acabado de parar. Tia II atravessou a rua correndo, pedindo paciência ao motorista que, educadamente, as esperou.
Pessoas bizarras estavam no ônibus. A certa altura do trajeto, um homem cujas feições lembravam uma mistura feia de Gollum com Sr. Filch entrou com um sorriso desdentado estampado no rosto, e finos fios loiros desgrenhados caíam-lhe aos olhos. Haunted-girl olhou para Irmã quase rindo, e Tia II virou-se para elas, quase gritando ¿Olha o Gollum!¿. Haunted-girl fez um esforço enorme para não rir.
Quando o estômago de Haunted-girl começara a sacolejar junto com o ônibus, ameaçando despejar em Irmã todo o café da manhã, Tia II indicou que era hora de descer. Com grande alívio, Haunted-girl recebeu o ar da rua, não muito fresco, e acompanhou Tia II pela calçada, seguida por Irmã.
Na rua, uma quantidade anormal de orientais passava esbarrando por elas. Homens, mulheres e crianças, todos com cabelos invejavelmente lisos e olhos puxadinhos. Haunted-girl, que sempre sentira grande simpatia por japoneses e asiáticos em geral, tentou comunicar o fato às companheiras, mas o único comentário que recebeu foi um esporro por chamá-los todos de ¿japas¿.
-Chama um coreano de japonês pra você ver o que te acontece!
Haunted-girl se calou, mas não deixou de notar (e de achar graça nisso) o fato de que em absolutamente todas as lojas em que entravam, um par (ou mais) de olhos negros apertadinhos as fitava. Chegou a pensar que estava no bairro da Liberdade, mas não. Tudo levava a crer que era uma conspiração louca, ou que todos os orientais de São Paulo aproveitaram o dia para fazer compras.
Coreanos, chineses ou japoneses, não importava, a rua estava apinhada deles. Haunted-girl já estava tonta com tantas carinhas redondas e cabelos lisinhos multicoloridos, quando Marido de Tia II chegou para leva-las, de carro, até o shopping.
A viagem fora mais tranqüila, uma vez que o ar condicionado do carro estava ligado. Estava tudo tão melhor, que Haunted-girl sentiu uma pontinha de tristeza quando chegaram ao destino. Com certa relutância, foi forçada a deixar no carro seu novíssimo par de All Star preto de cano alto, e seguiu os companheiros até o shopping, onde mais um batalhão de olhos puxados parecia estar ali, esperando exatamente por sua passagem.
Haunted-girl começou a achar que estava louca. E talvez tenha certa razão.


Às 7:17 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
Por favor, doe um comentário aqui

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[Sexta-feira, Janeiro 20, 2006]

Haunted-girl e a ordem rebelde


Primo de 12 demonstrava cada vez mais fanatismo por Rebelde, a novela do Sbt. Ele ganhara todos os CDs e o DVD da banda da novela, e não parava de tocar, o tempo todo.
Haunted-girl sentia seu cérebro escorregar por sua orelha. Não se assustaria se visse, de repente, sua massa cinzenta caindo por seu nariz, e se sentisse um grande vazio na cabeça. Irmã estava quase louca. Ela, que adorava odiar o mundo todo, sentia tanta raiva de Mia e sua turma que parecia que iria explodir.
Haunted-girl não podia negar que achava muita graça nisso tudo, embora acreditasse que não agüentaria mais um segundo sequer de Solo Quédate en Silencio. Para onde quer que fosse, qualquer cômodo da casa parecia ecoar os versos em espanhol cantados por aquela voz aguda e chorosa da vocalista, sem noção de moda.
Sua cabeça estava a ponto de explodir. Não podia gritar, não podia brigar com Primo de 12, não podia nem a menos quebrar o rádio, já que precisava dele para quando o primo parasse de ouvir o CD (o que geralmente acontecia quando a novela começava) para poder desfrutar de suas próprias músicas.
Quanto mais o dia de ir embora se aproximava, mais alívio Haunted-girl sentia. Quanto mais cedo fosse embora, mais cedo se livraria de Primo de 12, e dos Rebeldes...
Mas, quando o dia de voltar para Rio Claro chegou, uma notícia lhe tirou todo o ânimo: Primo de 12 iria junto. E Mia também...
Haunted-girl sentiu pena de seu pobre cérebro, que deu um pulo ao saber que passaria mais um fim de semana ouvindo Rebelde...
Y soy rebelde... Cuando no sigo los demás... Y soy rebelde...


Às 10:39 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
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[Terça-feira, Janeiro 17, 2006]

Haunted-girl e o cálice de vinho


Após chegar na casa de Outra Avó e cumprimentar todos os presentes, Haunted-girl e Irmã sentaram no sofá preto de couro da sala, que fedia fortemente a cachorro, e esperaram pacientemente a chegada do restante da família para fazer depressa o amigo secreto, e poder ir logo embora. E estavam assim, desejando que o tempo voasse, quando Marido Gordo de 1ª Tia chegou com um cálice de um vinho branco de gosto desagradavelmente ácido, e deixou-o com Mãe. Irmã e Haunted-girl se entreolharam. Vinho deixava tudo absurdamente bom.
Três cálices de um outro vinho, tinto e absolutamente delicioso, foram tudo o que Haunted-girl se atreveu a tomar. A última coisa que queria era ficar bêbada em pleno Natal, ainda mais na frente de Primo de 15 e Prima de 14, com quem Haunted-girl não simpatizava inteiramente. Depois, tomou apenas refrigerante.
O tempo passou mais rápido depois do vinho, ou assim pareceu. Os outros tios chegaram e o amigo secreto começou, não muito animado, como nos anos anteriores.
Irmã foi tirada por Outra Avó, e ganhou uma blusa até bonita, considerando o gosto duvidoso dessa parte da família. Irmã tirou Tio Mais Novo, e lhe deu uma camiseta que Haunted-girl desejou ter no seu tamanho. E Tio Mais Novo tirou Haunted-girl.
Com certo desprezo mal disfarçado, ela recebeu um CD. Definitivamente não gostava que lhe dessem CDs sem que os tivesse pedido, e recebeu mais uma prova do porquê. "Pelo menos não é da Wanessa Camargo", pensou Haunted-girl, com certo alívio. Poderia ter sido muito pior.
E ficou pior. Tio Mais Velho trouxe um DVD-okê. Haunted-girl até se segurou na cadeira para não ser obrigada a cantar, e conseguiu se livrar deste suplício, embora ouvir Prima de 14 e Primo de 15 cantando não tenha sido uma experiência agradável.
E, depois de ver que Prima de 7 e Prima de 4 ganharam 99 pontos cantando Xibom Bom Bom, Haunted-girl achou que já havia visto de tudo. Estava muito enganada.


Às 10:23 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
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[Domingo, Janeiro 15, 2006]

Haunted-girl e o prisioneiro de Deltora


Era o dia seguinte ao Natal, e Haunted-girl estava entediada com Primo de 12, que não parava de exibir seus presentes. Entre os presentes dele, havia o segundo volume de um livro que Haunted-girl não havia ouvido falar até então. Foi quando Primo de 12 a surpreendeu:
-Haunted-girl, você lê o livro pra gente?
"Ahn???", pensou Haunted-girl, achando um absurdo que um garoto de doze anos, indo para a sexta série, lhe fizesse um pedido tão estranho. Mas aceitou mesmo assim, afinal, estava querendo ler o livro.
Duas noites foram suficientes para ler o primeiro volume de Deltora Quest, As Florestas do Silêncio. E mais duas noites para ler o segundo, O Lago das Lágrimas, e ficar com vontade de ler o restante da série.
E foi em uma das noites antes de terminar O Lago das Lágrimas que Irmã, que já havia lido os dois livros, resolveu contar o final. Contou sobre Thaegan, a feiticeira que fazia magia com o dedo mindinho, e que não poderia ser morta, já que seu corpo era coberto por uma armadura mágica. Primo de 8, que ouvira parte da história e iria dormir com eles aquela noite, desceu com os primos até a cozinha, enquanto Irmã fazia piadas, imaginando o ridículo de Thaegan enfeitiçando alguém, e Primo de 12 ria como nunca. Haunted-girl aproveitou a cena para brincar também, e fez uma engraçada imitação de olhar demoníaco, mas que fez Primo de 8 gritar e chorar de medo.
Primo de 8 voltou a seu quarto, dormir com sua mãe, e Primo de 12 e Irmã se entreolharam, divididos entre rir e ficar preocupados. Haunted-girl prometeu a si mesma nunca mais fazer aquele olhar para Primo de 8 novamente, e chegou à conclusão de que sua cara era decididamente assustadora.


Às 8:59 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
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[Sábado, Janeiro 14, 2006]

Haunted-girl e a caixa secreta


Haunted-girl chegou à casa de Avó um dia antes do Natal. O pinheiro de quase dois metros de altura a um canto da sala estava todo enfeitado, cheio de luzes e frescuras. Pilhas e mais pilhas de caixas estavam amontoadas aos pés do pinheiro. Lembrou de quando era pequena e brincava de adivinhar os presentes, e sentiu um aperto no estômago. Não gostava de crescer, e quanto mais o tempo passava, mas desvantagem achava em envelhecer. Então, esses pensamentos ruins desapareceram quando Primo de 12 apareceu com uma lista de quantos presentes cada um iria ganhar. Ela viu, com certa raiva, que sua lista parecia diminuir a cada ano...
O dia seguinte amanheceu chuvoso, como todos os outros Natais de que Haunted-girl se lembrava. Virou-se no colchão e tentou tornar a dormir, em vão. Quando desistiu de voltar a seus sonhos, Haunted-girl se levantou e desceu para tomar café. Todos já estavam acordados, e o almoço estava começando a ser feito. Haunted-girl passou o dia todo procurando não se aborrecer, e somente quando Pai falou em ir visitar Outra Avó é que decidiu, finalmente, se arrumar.
Visita a Outra Avó em "Haunted-girl e o cálice de vinho"... Aguardem...
Eram pouco mais de dez horas da noite quando Haunted-girl voltou à casa de Avó, muito aliviada, embora um tanto alegrinha, e morrendo de fome. Adiantou a ceia, e esperou impacientemente as doze badaladas.
Quando soou meia noite, fogos de artifício explodiram nas ruas, e Pai abriu uma sidra. Haunted-girl recebeu, feliz, sua taça, e esperou receber seus presentes. Haviam lhe entregado quatro pacotes, quando veio uma caixa roxa de aspecto estranho.
Haunted-girl olhou para a caixa, intrigada, e desfez o pequeno laço de fita que amarrava a tampa. Dentro da caixa secreta, uma blusa. Rosa. Haunted-girl tentou não fazer uma cara de desgosto muito óbvia, e resolveu abrir a blusa para fingir que gostou. Quando tirou a roupa da caixa, um pequeno papel caiu em seu colo. Haunted-girl esqueceu completamente a blusinha, e se voltou ao papel, enrolado como se fosse um pergaminho.
"Este papel dá direito ao portador de receber 100 reais. Tia I."
Um grande sorriso surgiu no rosto de Haunted-girl, e ela não fez qualquer esforço para conte-lo.


Às 8:06 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
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[Sexta-feira, Janeiro 13, 2006]

Haunted-girl e as pedras escorregantes


O sábado amanhecera claro e limpo. Haunted-girl acordou no colchão ruim arrumado no quarto de sua irmã com um pouco de dor nas costas; seu próprio quarto havia sido involuntariamente doado para seus primos e sua avó dormirem. Espreguiçou-se, desejando ainda estar dormindo, e trocou de posição no colchão. Gritos e risadas atravessaram a porta, e um palavrão lhe veio à mente quando Haunted-girl se levantou, trocou de roupa e encarou os familiares, todos já de pé. Havia uma certa discussão na casa, sobre o que iriam fazer à tarde.
Ou melhor, apenas Pai e Marido de Tia II discutiam, pois os primos estavam jogando The Sims (ou tentando jogar, pelo menos), Tia II lia o sexto livro do Harry Potter (e o Enigma do Príncipe), Irmã fazia sabe-se lá o quê, e Haunted-girl pensava seriamente em voltar a dormir. Mãe e Avó haviam saído, visitar uma loja de eletrodomésticos em liquidação (e talvez comprar alguma coisa). Por fim, Pai e Marido de Tia II se resolveram: queriam pescar.
Haunted-girl fez uma tremenda cara de desgosto, mas, obedientemente, foi se arrumar. Estava psicologicamente pronta para passar horas entediada, sentada num banquinho duro e tosco, olhando para um lago esperando um peixe fisgar a isca, quando uma idéia boa lhe passou pela cabeça. Não precisava ficar sem fazer nada. Tinha lápis, caderno, e o Enigma do Príncipe, então, porquê ficar aborrecida? Sorrindo, juntou em uma bolsa todas essas preciosidades, quando Pai anuncia que Mãe e Avó também queriam ir, e que era para espera-las. Haunted-girl se sente aliviada; quanto mais tempo Mãe demorasse a chegar, menos tempo passaria em um pesque-pague idiota qualquer.
E, para sua alegria, Mãe e Avó chegaram exatamente uma hora depois de dizerem que já estavam chegando, e trazendo um ferro de passar roupa e um liquidificador novinho. Pai ficou meio emburrado com a demora, e todos saíram alguns minutos depois. No entanto, os planos haviam mudado. Não iriam mais pescar. Iriam para Brotas.
-Brotas? ¿Haunted-girl não sabia se estava feliz ou triste. Era um sentimento estranho, uma mistura de aborrecimento por ter seus planos estragados, e alívio por não precisar ir pescar com toda a família. Odiava sair com a família toda assim, ainda mais quando ocupavam dois carros...
Passou pouco menos de uma hora na estrada, com Avó a seu lado, roncando, e Mãe falando sem parar no banco da frente, quando finalmente chegaram ao local. Era uma fazenda com o nome de Areia que Canta.
-Será que ela toca Linkin Park? ¿Haunted-girl sorria ao brincar com Irmã, que apenas desejou que a areia não soubesse cantar Festa no Apê.
A areia não cantava. Fazia um barulho estranho de cuíca, quando esfregada. Um tanto decepcionante, pois, embora soubesse que areia nenhuma canta, Haunted-girl sequer pôde entrar na água para pegar a areia por si mesma. Mas Primo de 8 confortou-a sem saber:
-Ai! Tá frio!!! entra, não!
Depois, uma trilha até uma corredeira. Mais água, gelada, para deixar Haunted-girl muito feliz, e pedras escorregadias, para deixa-la ainda mais feliz... Ficou lá, babando, enquanto Primo de 8 descia por um escorregador natural no colo do guia...
¿Assim, até eu vou!¿, disse Tia II. Haunted-girl concordou plenamente. E continuou a babar.


Às 10:14 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
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[Domingo, Janeiro 08, 2006]

De volta!


Desculpem sumir e não postar nada muito legal. Estou escrevendo uma pequena seqüência de posts, com episódios louvãveis de minhas doces férias. Assim, caro leitor, assim que o primeiro capítulo estiver pronto, eu posto. Talvez seja amanhã.

Assim, em resumo, só vim pra dizer que estou viva. E só.

Às 9:35 PM [haunted-girl] disse essas meigas palavras...
Por favor, doe um comentário aqui

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