Sexta-feira, Janeiro 28, 2005

Sun Of A Beach
Episódio V: O Retorno De Shinoda


No núcleo do planeta Furta-Cor, a rainha Pink-Paty está pensativa. O que fazer para derrotar [haunted-girl] de uma vez por todas? Quem pagar para acabar com a raça da cavaleira Jedi? Qual macumba deveria fazer para que a heroína parasse de pegar no pé dela? Esse tipo de dúvida não saía da cabeça de Pink-Paty.
Consultar as profundezas do Lago Encantado Lilás e Cor-de-Abobóra era a única saída. As águas do lado eram mágicas, e poderia mostrar aquilo que quem olhasse pedisse. E foi o que Pink-Paty fez: olhou no Lago, e viu [haunted-girl] babando na vitrine de uma loja de CD´s. Aproximou mais a visão, para saber o que tanto chamou a atenção da cavaleira, e lá estava: o último CD fácil de comprar do Linkin Park que faltava para a coleção de [haunted-girl]! E a cavaleira não desgrudava os olhos do CD. Parecia que era a coisa mais linda do mundo, a mais maravilhosa, a mais... importante!
Pink-Paty, então, teve uma idéia. O pior, mais maléfico, mais insensível e mais imbecil que já bolara. Tinha certeza que este daria certo!...

Enquanto isso, em Sanntoss, [haunted-girl] estava, sim, secando uma CD numa vitrine. O último, o último para completar a coleção, o último a venda na loja! Tinha que ser seu, tinha que... Mas Pai-Mestre não pensava assim. Não passava pela cabeça do mestre Jedi e Capitão dos Patrulheiros Espaciais comprar um CD no meio de seu passeio pelo shopping. Ele acreditava estarem apenas "dando uma olhadinha"...
[haunted-girl] estava inconformada e desolada, quando alguém tocou seu ombro. Ela se virou, e quase levou um susto: os próprios Linkin Park estavam ali, parados ao seu lado, em carne e osso! Era difícil de acreditar. Mesmo depois de esfregar os olhos três vezes e de se beliscar umas cinco vezes, Mike Shinoda continuava olhando e sorrindo para ela.
Sorrindo até demais. Com as pernas bambas pela emoção, [haunted-girl] não conseguiu revidar o golpe. Shinoda a acertara com um Raio Desestabilizador, que a impediu de reagir a qualquer dos outros golpes. Brad Delson a acertou com seu Super Agudo Solo de Guitarra, e Rob estraçalhou a vitrine com uma Rajada de Baquetas. Chester imobilizou Pai-Mestre com o Hiper-Grito, Phoenix atingia quem chegasse perto da cena com sua Clava-Baixo, e Mr. Hahn usou de todos os seus instrumentos de discotecagem para desnortear Ir5mã14, que acabara de voltar da Oficina, uma espécie de lanchonete para robôs.
Era o fim. Pink-Paty surgiu, gargalhando histericamente, detrás de uma coluna de gesso. Ela trazia um controle remoto nas mãos, de onde controlava os seis integrantes da banda. Seriam apenas andróides? [haunted-girl] não tinha forças nem para pensar. O que seria dela agora? O que faria para se salvar do ataque de seus maiores ídolos?
Estava tudo perdido.
Mas o que era aquela musiquinha ensurdecedora? Algo que doía nos ouvidos, a cavaleira acreditava ser a hora de sua morte, mas não: eram os Linkin Park que estavam morrendo.
Mas como isso era possível, e de onde surgia aquela musiquinha aterrorizante?
Os fios de Chester saltavam para fora de sua cabeça, parafusos saídos das barrigas de Rob e Brad voavam para todos os lados, os chips de Mr. Hahn estavam se espalhando pelo chão, e a pele de Phoeniz parecia estar derretendo.
Shinoda se arrastou na direção de [haunted-girl], pedindo clemência, enquanto seu revestimento parecia evaporar. Quando só sobravam os olhos de vidro de Shinoda, foi que [haunted-girl] descobrira a causa da "morte" dos andróides. Seu celular estava tocando!
Então, os robôs eram tão mal-feitos que uma simples musiquinha mais aguda do que o normal estourava os andróides? Pink-Paty gritou de ódio:
-Sua idiota, não é nada disso! Eles não suportaram foi ouvir a música de seus inspiradores tocada desse jeitinho tão... tão...
Ela gritou de novo, montou em sua nave portátil e fugiu.
Mas [haunted-girl] ainda não achou o problema em ter a Crawling como toque de celular...

Não sei quanto tempo vou demorar para fazer o último episódio, porque eu estou me mudando! Então, quando eu me ajeitar na casa nova, e quando meus pais conseguirem ligar a internet de novo, ou quando me der na telha ser cara-de-pau e pedir para postar na casa de algum amigo aí, eu posto o último capítulo. Até não sei quando!

Por !¡haunted_girl!¡, em 8:35 PM | [¡¡¡Comenta!!! ]



Domingo, Janeiro 23, 2005

Sun Of A Beach
Episódio IV: Uma Velha Esperança


Achando-se livre de Pink-Paty (leia a batalha em "Sun Of A Beach - Episódio III: O Lado Negro em [haunted-girl]"), [haunted-girl] tentou curtir suas férias, em vão, pois Pai-Mestre não iria deixá-la fazer o que quisesse. Quando ficar em casa, deitada no sofá, vendo televisão era o maior desejo da cavaleira Jedi, Pai-Mestre e Ir5mã14 tinham outros planos...
Felizmente para [haunted-girl], Pai-Mestre estava por demais ocupado com seu trabalho e Ir5mã14 estava por demais aborrecido para reclamarem, nos dois primeiros dias das férias da heroína. Mas depois desse período, curto demais para [haunted-girl], passeios na nave-magrelosa, pizzarias, caminhadas e gente estranha de todos os pontos do Universo encheram a cavaleira de tédio. Ir5mã14 e Pai-Mestre estavam se divertindo muito, mas [haunted-girl] não era do gênero "baladeira". Queria apenas ficar em casa e descansar sabe lá os deuses do quê. Talvez descansar de fazer nada...
É quando Pai-Mestre é necessário em Guarujá-ain. Uma rede de televisão queria filmar o dia-a-dia dos Patrulheiros Espaciais! Pai-Mestre iria ser entrevistado! Era muito status para a cavaleira, já que Pink-Paty e os membros do Conselho eram as únicas pessoas importantes que sabiam de sua existência. Mesmo sendo cavaleira Jedi e feiticeira nas horas vagas, [haunted-girl] não era nem um pouco popular. Era a mais rejeitada de todos os aprendizes de Pai-Mestre, e a mais isolada de todos os alunos das escolas normais, antes de virar cavaleira.
O passado solitário era o maior ponto fraco de [haunted-girl], e talvez o motivo para o diagnóstico do psiquiatra (leia o episódio anterior, "O Lado Negro em [haunted-girl]"). Mas ela se sentia feliz pelo pai. Talvez até ela mesma pudesse aparecer na televisão!
E esse pensamento trouxe à tona velhas esperanças de [haunted-girl]. Um velho sonho, tão velho quanto sua consciência: aparecer na televisão!...
[haunted-girl] sonhava em ser atriz desde que se entendia por gente! Decorar textos, atuar, ir em programas de grande audiência e dar autógrafos!... Era um belo sonho. Um belo sonho que, talvez, quem sabe, poderia se tornar realidade agora!...
Ela estava lá na hora de cada entrevista de Pai-Mestre, enchendo o saco dele e da equipe de reportagem. Uma perfeita mala sem alça, ela e Ir5mã14. Seguindo Pai-Mestre e a Artista Famosa onde quer que fossem.
Em vão. Todos os esforços de realizar seu grande sonho, inúteis: a equipe sequer olhou para [haunted-girl]. Uma decepção maior do que o sonho.
Pelo menos ela conseguiu um autógrafo...

O quinto episódio sai ainda essa semana!...

Por !¡haunted_girl!¡, em 4:26 PM | [¡¡¡Comenta!!! ]



Sábado, Janeiro 22, 2005

Sun Of A Beach
Episódio III: O Lado Negro em [haunted-girl]


Pink-Paty teve sérias seqüelas da última derrota para [haunted-girl]. (leia em "Sun Of A Beach Episódio II: O Ataque dos Primos" do dia 18/01/2005) Seu ódio pela cavaleira aumentava a cada dia, sua sede de vingança aumentava a cada minuto, sua insanidade aumentava a cada segundo. Fazer [haunted-girl] se dar mal se tornava uma obsessão, algo que a estava matando por dentro e deixando-a cada vez mais louca. Tão louca, que os servos do planeta Furta-Cor, seu reino, a levaram para o melhor psiquiatra do planeta. Mas, ao invés de ajudá-la, essa consulta só deu asas a um novo plano para acabar com a cavaleira Jedi: perturbar psicologicamente [haunted-girl], ou fazê-la se viciar e ter uma overdose de medicamentos.
Usando de suas artimanhas de controle mental, Pink-Paty se apossou da mente de Tia-Peruona, fazendo-a achar que [haunted-girl] tinha algo errado e que ela precisava ir a um psiquiatra também. Assim, a cavaleira foi arrastada ao planeta Saum Paullo para fazer análise.
O psiquiatra deveria estar com a sala cheia de gás lacrimogênio, ou deveria ter um poder mental muito poderoso, pois [haunted-girl] não parava de chorar em seu consultório. Não sabe se foi Pink-Paty ou suas respostas deprimentes que fizeram o psiquiatra chegar a conclusão de que [haunted-girl] tinha uma depressão "que não é grave, mas é o suficiente pra incomodar". O jeito era se entupir de remédio.
Tonturas, dores de estômago, insônia, cansaço e tremedeiras seriam constantes nas semanas que se seguiriam, mas [haunted-girl] se sentia melhor. Sim! Nada mais de enjôos e dores de estômago por causa de ansiedade! Com fé e ajuda de psicólogos, ela vai passar o próximo ano tentando se livrar da doença, mas se ela vai se curar ou não, só o tempo irá dizer.
Diante dessa explosão de auto-estima por parte de sua arqui-inimiga, Pink-Paty também explode - de raiva! A Rainha de Furta-Cor se descontrolou, e resolveu jogar pesado, controlando a mente de Pai-Mestre. Com certeza, o pai de [haunted-girl] sabe melhor do que ninguém os pontos fracos da cavaleira. Matá-la de tanto fazer exercícios parecia uma morte dolorosa, insensível e deliciosamente maldosa.
E foi isso que Pink-Paty mandou Pai-Mestre fazer: ele aprisionou [haunted-girl] e a usou como escrava na nave-magrelosa, fazendo-a pedalar do planeta Guarujá-ain (depois da consulta, ela voltou ao planeta onde estava o pai) ao planeta Sanntoss, que eram separados por um cinturão de asteróides e partículas de água, chamado de Mar.
[haunted-girl] pedalou com os escravos até ultrapassar a exaustão. O andróide Ir5mã14 estava com ela nesse momento dificil, tomando seu lugar quando a cavaleira não podia mais pedalar, já que o andróide era programado para ajudá-la, e não obedecer a Pai-Mestre. Assim, Ir5mã14 resolve tentar salvar sua criadora, e a chance aparece quando, no planeta Sanntoss, a nave-magrelosa passa por um grupo de Cadetes Espaciais (que futuramente se tornariam Patrulheiros) que o andróide conhecia.
Mas os Cadetes nada fizeram, porque a nave-magrelosa estava rápida demais para que eles a alcançassem e mandassem parar; e também porque Pai-Mestre era Capitão dos Patrulheiros Espaciais, os Cadetes não eram idiotas de contrariar o que fazia um dos caras que mandavam neles.
Esse descaso dos Cadetes irritou profundamente Ir5mã14, a ponto de poder sentir a raiva. O andróide desequilibrou seu sistema de auto-controle, e fundiu seus circuitos de obediência. Resultado: Ir5mã14 ficou incontrolável, soltando raios de luzes para todos os lados através do Mar!
Foi quando um raio perdido acertou Pai-Mestre bem na cabeça. De sua orelha, pulou um transmissor de controle rosa-choque. Só podia ser coisa de Pink-Paty, pensou [haunted-girl], que acabara de descobrir a fonte de todos os poderes da vilã: robôs, máquinas, gente inteligente e escravos para as construírem!
Livre do controle mental de Pink-Paty, Pai-Mestre pôde, finalmente, resolver a situação. Vestiu sua roupa espacial e saiu cinturão afora, para recuperar Ir5mã14. Depois do ataque de loucura, as células de energia do andróide se esgotaram, deixando sua captura mais fácil para Pai-Mestre. Levando Ir5mã14 de volta para a nave-magrelosa, agora parada (já que os escravos aproveitaram a situação para fugir, mas acabaram explodidos pelos chips implantados sob suas peles), e deu um jeito da nave funcionar sem o uso de pessoas em pedais. Assim, de volta a Guarujá-ain, Pai-Mestre levou Ir5mã14 para cientistas experientes, que consertaram e reprogramaram o andróide com programadores musicais baseados em música da Terra (coisa como Linkin Park, Evanescence e Nightwish), deixando o andróide como novo!
Mas [haunted-girl] não se livraria assim tão fácil de Pink-Paty...

Tem mais alguns episódios ainda, agüenta aí... O próximo sai amanhã, eu acho...

Por !¡haunted_girl!¡, em 10:51 PM | [¡¡¡Comenta!!! ]



Terça-feira, Janeiro 18, 2005

Sun Of A Beach
Episódio II: O Ataque Dos Primos


O planeta Guarujá-ain parecia o lugar perfeito para [haunted-girl] reabastecer a nave e a si mesma, pois a batalha contra O Mexicano a deixara no limite mínimo de suas energias. Mesmo sem forças, a cavaleira Jedi podia sentir uma perturbação na Força, mais precisamente em Primo de 11, que fora clandestinamente para Guarujá-ain dentro do bagageiro da espaçonave-carro.
O Primo de 11 parecia dominado pelo Lado Negro da Força. Só podia ser Pink-Paty, uma poderosa cavaleira Jedi, que foi para o Lado Negro e se tornou a grande inimiga mortal de [haunted-girl]. Mas a cavaleira estava por demais exausta para livrar Primo de 11 das garras de Pink-Paty, que tinha uma horrível mania de controlar os outros, tendo certa predileção por humanos. A tática de [haunted-girl], então, era fingir que não se importava com Primo de 11, até ter forças suficientes para combater a vilã.
Pink-Paty, vendo que [haunted-girl] não estava nem aí para toda a encheção de saco que estava obrigando Primo de 11 a fazer, resolveu atacar com força total: quando a nave-Audi chegou cheia de humanos, Pink-Paty não pensou duas vezes, e controlou a mente de todos os tripulantes da nave, levando-os a lutar com [haunted-girl] usando suas melhores armas!
[haunted-girl] estava quase recuperada, com a ajuda da mistura sustageniana que Mestre YodaAvó lhe enviara pelo teletransportador. Mas mesmo se estivesse em plena forma, a cavaleira nada podia fazer contra a Bazuca de Asneiras de TioQ-Bebb, os poderes hipnóticos de Primo de 8 Manhoso, e os gases venenosos de Primo de 7, sem contar o Canto Ensurdecedor de Primo de 11 e a Super Conver Sapraboi Durmi, a arma secreta de Tia-Peruona. [haunted-girl] estava perdida e arruinada.
Eles já haviam dominado Pai-Mestre e Mãe-Walker quando, sem mais nem menos, aparecem os andróides da espaçonave-carro: Ir5mã14 e A4mig8a2, ambos programados para salvarem [haunted-girl] de qualquer apuro. Com os Raios de Elétrons de Ir5mã14 e os Raios de Prótons de A4mig8a, os transmissores de Pink-Paty foram totalmente destruídos, livrando os humanos da nave-Audi do controle mental da terrível vilã.
Assim, [haunted-girl] conseguiu sobreviver ao ataque dos Primos, deixando Pink-Paty louca de raiva e jurando vingança. Qual será seu próximo plano maligno?

Não perca a próxima post, ou melhor, o próximo episódio.

Por !¡haunted_girl!¡, em 9:08 PM | [¡¡¡Comenta!!! ]



Domingo, Janeiro 16, 2005

Sun Of a Beach
Episódio I: A Ameaça Mexicana


Essa história começa quando a cavaleira Jedi aqui, [haunted-girl], chega em São Paulo. Um tempo de monotonia e chateação a esperam, num misto de tédio e infantilidade que a deixariam louca, não fosse o Natal próximo.
Natal. Tempo de compaixão, e de todas aquelas papagaiadas que as pessoas escrevem em cartões. Tempo de presentes, chester, e amigo secreto. (leia a post anterior: "O Melhor Do Natal É O Chester", do dia 17/12/2004) O que quer dizer que os adultos ganham um presente só, e que todos os menores de 18 ganham melhores presentes.
Será? Era o que pensava a [haunted-girl] em seu sonhos delirantes. A fumaça que emanava da cabeça oca de seu primo de 11 a intoxicava cada dia mais. Começava a sonhar com motos, com a escola, com os integrantes do Linkin Park. Via-se recebendo os presentes mais caros e mais bonitos da Terra, quando tudo o que ganhou foram roupas.
Bem, nem tudo. [haunted-girl] não esperava por isso! Um celular! E três CD´s que ela poderia escolher quais seriam! Era muito para sua pequena e pobre cabecinha desmiolada. Mas sua alegria se foi ao pensar na sua falta de sorte. Crescer não é um bom negócio, definitivamente.
E então, aparece o vilão. O Mexicano. Ele usou da arma mais cruel contra nossa heroína Jedi: música cantada em espanhol!
Por mais que [haunted-girl] tentasse escapar, O Mexicano a perseguia, tentando forçá-la a aceitar seus costumes, crenças e seu sotaque irritante!
[haunted-girl] perdia suas forças. O inimigo era forte demais! Como poderia ela escapar de tal vilão? Como poderia ela se salvar do terrível destino que lhe aguardaria se se rendesse? COMO???
Não adiantava mais resistir. Era muito tarde. Virar mocinha de novela mexicana parecia um futuro iminente, uma humilhação melhor do que aquela resistência que começava a soar sem sentido.
A gargalhada final de vilão vencedor. A cabeça de [haunted-girl] rodava ao redor duma guirlanda com quatro velas coloridas, os olhos do Menino Jesus do presépio horroroso e um tanto homossexual piscavam para ela, como se rissem de seu sofrimento.
E então, retinindo com seu sabre de luz, o Pai-Mestre, num resgate emocionante, leva [haunted-girl] para a espaçonave-carro em segurança. A próxima parada era o quartel general do planeta Guarujá-ain, onde um novo desafio aguardava a cavaleira Jedi [haunted-girl].

O próximo episódio eu posto depois.

Por !¡haunted_girl!¡, em 6:06 PM | [¡¡¡Comenta!!! ]





Prazer, aqui é a tal da [haunted-girl], a mente doentia que escreve aquilo ali embaixo que eu chamo de posts.
Esse é o meu jeito estranho de encarar o mundo. Éh, é assim mesmo.
Escrevendo e dizendo de um jeito esquisito todas as cosas malucas que acontecem comigo.
Porque se não são para rir, minhas histórias são para quê?
Faça bom proveito.
Se quiser me contatar, tá aí o meu email

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"Ah! esta minúscula humanidade, torcida, enroscada, assaltando as almas com a ferocidade de animais bravios, de garras aguçadas e dentes rijos de carnívoro, é que não pode compreender-me..."
(Cruz e Souza)